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quinta-feira, 11 de fevereiro de 2016

Se eu não fosse propícia a visualizar gente rolando do barranco

Já faz mais de um ano (!) que a Analu gravou um vídeo fazendo a brincadeira do Casar, Beijar, Penhasco no seu blog, e como de costume me convidou para fazer o mesmo. E eu enrolei. Enrolei. Enroleeeei, também como é de costume. Até tentei gravar, juro, mas me sentia tão idiota fazendo isso sozinha que travava completamente. Sabe, é mesmo uma brincadeira idiota. Não há muito espaço para defender um jogo cuja proposta é sortear nomes de personagens e escolher qual deles você quer beijar, com qual quer se casar, e qual vai sobrar e ser atirado de um barranco sem dó nem piedade. Justamente por ele ser idiota que é tão bom. 

Na vida real ele se provou um entretenimento incrível, e no último encontrão carioca, não sei se por que estávamos entusiasmadas demais com todo o espírito despedida-de-solteira que reinava no ar, mas em algum momento estávamos na Urca e toda a extensão daquela mureta conseguia ouvir nossos urros, ora problematizando o Ed Sheeran, ora admitindo querer casar com o Harrison Ford por motivos específicos que não vem ao caso. 

Aproveitando minhas pequenas férias curitibanas, resolvi a pendência do vídeo arrastando (logo quem) Analu para brincar comigo. Como já disse antes, minhas poucas reservas vão embora tão logo eu arranjo alguém para pular do penhasco comigo, e se 2016 não for o ano de empreender na internet, já garanto que definitivamente é o ano de passar vergonha na internet. Atendendo ao clamor das massas, está no ar o meu Casar, Beijar, Penhasco, alguns minutos ridículos que definitivamente vão mudar a vida de vocês.

Desculpa qualquer coisa.


sábado, 16 de janeiro de 2016

Aquele com a Analu e um vídeo sobre Friends

OLÁ INTERNET!

Estamos em 2016 e coisas acontecem. Evidentemente acontecem longe deste recinto virtual, posto que hoje é dia 16 de janeiro e é a primeira vez no ano que eu dou as caras por aqui. Talvez seja aquele momento em que eu paro de me desculpar por ausências e simplesmente fico feliz quando consigo aparecer por aqui, mas é um novo ano e está permitido ter esperança. 

O que acontece é que dia 03 de janeiro eu caí de cama com dengue, e depois o David Bowie morreu, e depois eu estava num aeroporto no dia mais chuvoso da história de Uberlândia rezando para o meu voo não estar atrasado demais, e agora eu estou aqui em Curitiba com minha amiga Analu, e a gente não consegue parar de gravar vídeos idiotas em que a gente mais dá risada do que fala qualquer coisa.

Ou seja, acontecem coisas.


Eventualmente voltarei para casa, a vida voltará ao normal e este blog também. Até lá, deixo vocês com o primeiro vídeo que eu e Analu gravamos, uma TAG que inventamos sobre Friends. A gente tem essa ideia desde antes do aniversário de 20 anos da série (em 2014!), mas nesse nosso ritmo maravilhoso ela só foi se tornar uma realidade agora. Vamos fingir que foi tudo uma ação de marketing para divulgar o retorno da série para um episódio especial, que eu particularmente acho uma péssima ideia, mas ficaria feliz em ser contratada para a divulgação. Pela atenção, muito obrigada.

Espero que gostem, se divirtam, comentem, respondam, e não desistam da gente. A gente é idiota, mas tem bom coração.

Beijos de luz.

segunda-feira, 17 de agosto de 2015

O que você faz da vida?


Uma das poucas coisas que eu e minhas amigas decidimos antes de começar o BEDA é que nós íamos postar todos os dias (dã), mimar umas às outras todos os dias (eu tardo, mas não falho, ok?) e postar um vídeo no dia 17. Pelas minhas contas hoje é dia 17. 

Daí a gente pensa que com uma meta determinada com tanta antecedência o famigerado vídeo estaria pronto pelo menos uns dois dias antes, certo? Errado. Absolutamente errado. Eu sou esse tipo de pessoa que acorda duas horas mais cedo e mesmo assim chega atrasada, sabe? Tipo hoje, que eu acordei dez minutos mais cedo que o normal, não tomei café em casa e por algum fenômeno que a ciência ainda não explica consegui chegar no trabalho dez minutos depois do horário que eu chego sempre. E eu nem tinha tomado café da manhã! 

Tudo isso pra dizer que gravei o vídeo ontem no fim do dia, editei na hora do almoço e é claro que minha internet resolveu que não iria funcionar com a velocidade de costume, de modo que não consegui postar o vídeo antes de ir pra aula, e eu só cheguei da aula agora e o horário das minhas postagens está completamente desregulado. 

Enfim, engole o choro e segue o baile. O importante é que hoje vou responder as cinquenta perguntas e meia (!) propostas pela Jout Jout pra substituir aquela pergunta chata que os adultos adoram: afinal, o que você faz da vida? Eu faço muitas coisas, mas minha série favorita diz muito mais sobre mim do que o meu trabalho. Essa e outras questões no vídeo a seguir:


quinta-feira, 12 de março de 2015

Então eu fiz um vídeo sobre novelas

Não apenas passei 28 minutos falando sobre elas como usei do meu tempo e da minha criatividade (e do tempo da Analu e da sua criatividade) para criar uma TAG, sim, uma TAG, a primeira desse blog, dedicada a falar sobre: novela. Eu gasto um bom tempo da minha vida falando sobre novelas, e tenho a sorte de viver rodeada de pessoas que gostam do tema tanto quanto eu, pessoas maravilhosas que já pararam pra pensar sobre qual o melhor trabalho do Zé Mayer, sobre aberturas e sobre suas tramas favoritas dividas por faixa de horário, o meu tipo de pessoa. Quando a Analu propôs criarmos esse meme, me pareceu simplesmente lógico trazer esse papo pra internet - um lugar que graças ao Twitter e aos capítulos na íntegra no site da Globo #ad #publi #merchãs tornou a experiência de ver novela bem mais legal.

Querido leitor, se você não gosta de novela e considera os folhetins o ópio do povo, tenho sete anos de post pra te divertir aí, mas hoje não. Hoje eu vou falar de novela. Aos outros, divirtam-se! E nem preciso dizer que quem se interessar está mais que convidado pra responder também, só me avise nos comentários porque quero palpitar nas respostas de todos vocês!

* A luz do vídeo tá MUITO estourada e estou fazendo cosplay involuntário de vampira. Vi isso só depois de gravar e não ia fazer isso de novo, flw vlw. 


terça-feira, 3 de março de 2015

Sandy e Júnior Book TAG

No começo desse ano minha amiga Tary retomou sua vida de blogueira, lá no Doces Rodopios, e reativou seu incrível canal literário, o Literatour TV. Uma das primeiras coisas que ela fez nessa volta pra casa foi criar uma TAG, mas não foi qualquer TAG porque eu não encontrei minhas amigas em qualquer canto. Inspirada nesse movimento de TAGs literárias que associam livros a artistas e nomes de música (já respondi aqui a da Taylor Swift e a das divas pop), ela elevou essa ideia à melhor potência possível: UMA TAG INSPIRADA EM SANDY E JÚNIOR.

Gente, não consigo expressar como achei essa ideia boa. Eu era MUITO fã da dupla e acho que é uma das melhores memórias coletivas que minha geração tem. Sempre lembro deles com muito carinho e até hoje sei cantar todas aquelas músicas bregas, absurdas e maravilhosas. Me diverti muito respondendo e, principalmente, assistindo os clipes pra pegar material e editar o vídeo. Aliás, tentei editar o vídeo de um jeito mais ~profissional~ e diferenciado e sei que ainda ficou amador, mas fiz com muito carinho e esforço. Prestigiem mesmo assim?

Indiquei para a brincadeira a Lu, a Rafinha e a Ana, que podem responder em texto ou vídeo, mas já adianto que adoraria ver vocês cantando e pagando um miquinho também, hehe. 


quinta-feira, 22 de janeiro de 2015

TAG: Conhecendo a blogueira (Know your blogger)

Há alguns meses venho acumulando indicações para a TAG Conhecendo a Blogueira, versão nacional da gringa Know Your Blogger, que tem circulado na blogosfera e no Youtube há um tempinho. A dinâmica é bem parecida (pra não dizer idêntica) ao meme das 11 Perguntas, que eu já respondi aqui em 2012: você tem que dizer 11 fatos sobre você, responder as 11 perguntas feitas pela pessoa que te indicou, e formular mais 11 perguntas para as pessoas que você vai indicar.

Como 3 anos é bastante tempo e as perguntas sempre mudam, achei que valia a pena brincar de novo - e usar isso como estímulo pra me forçar a gravar um vídeo, coisa que não acontece há mais de um ano. 

Outra coisa ausência que fez aniversário por aqui foi a de um layout novo. Estava de saco cheio do antigo há bastante tempo, mas além de não ter muito tempo pra lidar com isso, eu também não tinha nenhuma ideia de como eu queria que o blog estivesse em 2015. Então, numa dessas madrugas boladonas por aí, nasceu nossa versão 2015 e eu estou apaixonada por ela. Misturei um monte de coisas que adoro: estampa chevron, Curtindo a Vida Adoidado, e o retorno de algumas ~marcas registradas~ daqui: a fonte Georgia e o vermelho na paleta de cores. Como sempre, ainda faltam ajustes a serem feitos, mas estava muito ansiosa pra colocar a versão nova no ar e estou super feliz com o resultado!

Então, celebrando o layout novo e o aniversário de sete anos do blog (!), que aconteceu em dezembro e eu não consegui comemorar direito, vocês ganham o maravilhoso presente de 27 minutos comigo falando groselha diante da câmera. Desde que fiz a disciplina de telejornalismo fiquei um milhão de vezes mais crítica comigo mesma, por isso não estava gravando mais, então bora todo fingir que eu sou uma pessoa que fala super bem e sorrindo - e não essa adolescente de 15 anos aí, cheia de vícios de linguagem e que não consegue parar de fazer caretas.

Quem me indicou para a TAG: Kat, Ana, Bianca e Ana Paula. Muito obrigada, meninas, adorei participar e mil perdões pela demora! Não vou repassar a brincadeira pra ninguém porque já vi essa TAG em quase todos os blogs que acompanho, mas se você achou bacana, fique à vontade pra responder também as mesmas perguntas que eu!



11 fatos sobre mim
  1. Não tenho costume de ler sinopses dos filmes e livros que assisto/leio. Procuro saber, no máximo, a premissa básica, às vezes nem isso. Gosto da surpresa;
  2. Não consigo chupar picolé. Meus dentes são muito sensíveis e é impossível morder, o que transforma essa atividade simples e veranil num malabarismo desagradável que envolve, necessariamente, eu ficar toda melecada de sorvete. Portanto, evito; (lágrimas)
  3. Até hoje morro de saudades das aulas de química do ensino médio. Eu era realmente boa na matéria, a única que não era de humanas que eu entendia alguma coisa;
  4. Se eu tivesse que ir pra ilha de Lost levando apenas 5 coisas, uma delas certamente seria uma caixinha com grampos de cabelo;
  5. Sou MUITO esquecida e distraída. Já guardei telefone na geladeira, liguei o micro-ondas sem prato dentro, coloquei meu celular pra lavar junto com a calça jeans, direto saio de chinelo porque esqueci de colocar um sapato e já fui até o elevador de sutiã porque esqueci de por a blusa;
  6. Gosto de comidas e bebidas quentes sempre muuuuito quentes. Minha boca tá sempre queimada por causa disso;
  7. Parei de roer unhas, mas comecei a arrancar minhas cutículas. Sabe Natalie Portman em Cisne Negro? Tipo isso. É meu pior tique de ansiedade;
  8. Lamento todos os dias o fato de não saber cantar, tocar um instrumento ou compor músicas. Meu sonho é ter uma banda;
  9. Durmo a qualquer hora, em qualquer lugar e de qualquer jeito. Menos em aviões (com exceção de voltas de encontros mafiosos);
  10. Só consigo escovar os dentes andando pela casa;
  11. Não sei quem é meu ator favorito.

sexta-feira, 11 de julho de 2014

Louca por filmes

Estou gradativamente me desvinculando do futebol e acostumando meu organismo à realidade de que não vou mais assistir três jogos por dia, todos os dias, por um bom tempo. Assim, tenho tentado preencher esse vácuo existencial com alguns filmes. Que minha veia cinéfila tem andado obstruída (#ai #anna #vitória) não é novidade (saudades filminhos da vez), mas tenho revisto uns filmes queridos e essa tag que vi nos blogs da Natália e da Renata me deixou bem animada. É uma proposta bem simples, citar filmes de acordo com determinados itens, uma boa oportunidade de relembrar títulos favoritos, engordar a lista de coisas que quero reassistir e descobrir filmes bacanas vendo o vídeo dos coleguinhas e com as recomendações que vocês serão lindos o suficiente pra dividir comigo. 

Não indico pra ninguém em especial, mas ficaria feliz se vocês se animassem de gravar também, porque estou adorando ver esses vídeos. Fazia tempo que não gravava um, espero não ter perdido muito a mão - mão essa que, convenhamos, nunca tive. 


sábado, 11 de janeiro de 2014

A mulher de sucesso que vou ser em 2014

Ou: aquele com a agenda 


Ano passado escrevi aqui sobre minha teoria baseada em fatos do mundo paralelo das gêmeas Olsen que uma mulher de sucesso é produto de uma agenda organizada, recheada e toda cheia de rabiscos coloridos e compromissos importantes. Sei que não faz muito sentido, mas é essa ideia que me faz comprar uma agenda todos os anos, mesmo que não use o suficiente pra justificar o dinheiro investido. Esse ano não foi diferente, e pra apresentar o motor do meu futuro sucesso nesse ano que começa, segui a proposta da Analu de mostrar minha agenda de 2014 em vídeo - e acabei mostrando as agendas de 2013 e 2012 também, porque eu não tenho limites. 

Espero que gostem e deixo o convite para quem quiser também compartilhar a agenda do ano, seja em vídeo, texto, foto, tanto faz. Aguardo vocês!


quinta-feira, 3 de outubro de 2013

Como eu leio

Semana passada a Giu fez o primeiro vídeo da história do seu blog amor, Que Seja Agridoce, respondendo uma tag com algumas perguntinhas sobre hábitos de leitura. Ela indicou eu e um monte de blogueiras incríveis pra responder (que marcou também o grand début da Dani no mundo dos vídeos) e fazer parte da brincadeira. Eu, que adoro um fervo e converso mais que a boca, fui logo gravar meu vídeo e o resultado vocês conferem agora. 

(Sei que a qualidade dos vídeos que posto aqui está longe de ser ideal, mas como minha câmera tem uma captação de áudio terrível e comprar um microfone apropriado não está nos meus planos no momento, vamos seguindo em firme com o companheiro de guerra salvador da pátria, o iPhone)


Indico para brincar também: Tary, Dedê, Mayra, Larie e você, que se interessou e ficou a fim de compartilhar seus hábitos também - deixa o link pra eu ver depois!

quinta-feira, 5 de setembro de 2013

Hoje eu vou falar de Harry Potter

Eu nunca vou superar Harry Potter. Mesmo. Esses dias eu comentei com meu pai que andei revendo alguns dos filmes e ele me perguntou se eu não estava um pouco crescida pra continuar nessas de Réri Porter (sic) e minha resposta é não, claro que não. Eu juro que às vezes eu penso que superei, que a saga se esgotou pra mim e simplesmente não tem mais nada a me oferecer, e então eu me pego me corroendo de vontade de mergulhar novamente nos sete livros e viver toda a magia de novo. Há semanas que estou com uma saudade dolorida da série, resistindo aos meus impulsos de jogar toda minha lista de livros não-lidos que só faz crescer pro alto e passar um mês em Hogwarts. Foi por isso que essa TAG Harry Potter caiu como uma luva na minha vida. A proposta, claro, era postar logo depois do aniversário do Harry, no dia 31 de julho, ou pelo menos no começo de agosto, que foi quando eu fiz o vídeo, mas o caso é que eu só estou postando agora.

No vídeo eu explico que a tag é original de um canal no Youtube, inspirado por uma série de perguntas de um desafio temático de uma fanpage no Facebook (detalhes no box de informações do vídeo). São 50 perguntas no total, mas na hora de passar a tag pro Youtube, a mocinha escolheu as quinze perguntas mais legais, pra não ficar uma coisa muito enorme. O negócio é que quando a Tary sugeriu na Máfia de respondermos, a ideia era falar das 50 perguntas. Acontece que eu sou muito porta e nem reparei nisso, e só respondi as 15 mesmo. Quem sabe um dia eu responda a outras, no momento é isso aqui que temos pra hoje. Espero que gostem!

sexta-feira, 26 de julho de 2013

47 whatevers sobre mim

Questionei muito se deveria ou não postar esse vídeo aqui. Pra começar, quase morri de dificuldade ao fazê-lo, tento gravar desde domingo, uma vez por dia, e sempre dá errado. Não que esse tenha dado muito certo: pulei três itens da lista, conversei como se fosse uma adolescente retardada e não sei o que me deu pra repetir tanto "sabe" e "assim". Eu juro que na vida real eu me saio melhor, surpreendentemente. Também divaguei demais por puro nervosismo (esqueci de falar que quando fico nervosa eu falo demais) e por isso o vídeo é cheio de cortes - e mesmo assim está enorme! Outra dificuldade foi cavar tantas coisas sobre mim que eu não tenha falado aqui, afinal, são cinco anos e meio falando sobre mim. E tem aquela parte em que eu acho tudo muito inútil e fico imaginando vocês assistindo e pensando: por que essa menina acha que eu devo saber disso? Mas aí vejo que até hoje um dos posts mais lidos do blog é uma lista de coisas que vocês poderiam morrer sem saber, então se ainda tem gente lendo que eu odeio azeitona, vai ter quem queira assistir eu falando que odeio reticências também (opa, spoiler). Por fim, quem me convidou a fazer esse vídeo foi a Analu e não sei se vocês sabem, mas a gente não diz não para a Ana Luísa e esse talvez seja o real motivo de eu não ter desistido do vídeo.

terça-feira, 16 de julho de 2013

Nariz enfiado nos livros

Eu e a Rúvila passamos no vestibular para Jornalismo no mesmo ano e a Lu, que sempre deu a maior força para entrarmos nesse time de pessoas que leem jornal desconstruindo os textos de modo automático e acham surreal quando alguém diz que não leu Adorno, fez um post na época nos indicando cinco livros para inspirar o início da nossa graduação. Anotei as dicas dela num caderninho (junto com milhares de outras indicações) e recentemente, folheando o início dele, fiquei surpresa por já ter riscado três livros. Como as leituras foram muito proveitosas, não só no sentido profissional, resolvi fazer um vídeo contando um pouquinho sobre elas e sobre mais um livro que li para a faculdade nesse semestre e achei válido comentar. No vídeo, falo d'O Livro Amarelo do Terminal (Vanessa Barbara), A Sangue Frio (Truman Capote), Fama & Anonimato (Gay Talese) e O Olho da Rua (Eliane Brum). 


sexta-feira, 22 de março de 2013

Você é chata, Min Green, e foi por isso que a gente acabou

I definitely don't
Eu gosto de gostar das coisas, sabe? Já disse isso quando confessei a vocês que queria demais ter amado Os Miseráveis e não amei, e hoje venho dizer o mesmo sobre um livro. Gostar é muito melhor que gongar, se apaixonar é muito mais satisfatório do que debochar, e eu queria tanto não ter tido vontade de tacar um livro bonito como esse na parede! Mas eu quis, e acho que só não joguei porque não era meu. Falo de "Por isso a gente acabou", do Daniel Handler, livro que a internet amou quase em uníssono e eu estou vindo aqui provocar mágoas e instigar as talifãs a me chamar de recalcada porque não consegui gostar. A Marie e a Nina falaram a respeito dele de um jeito muito apaixonante e foi por isso que quis lê-lo. Portanto, acho justo compartilhar as impressões delas com vocês. 

E eu fiz um vídeo falando um pouco sobre o que achei e queria saber também a opinião de vocês. E o vído é spoiler-free, então sem desculpas.

sexta-feira, 15 de fevereiro de 2013

Awesome people hanging out together


Acho que um dos maiores sonhos das pessoas da minha laia (lê-se: gente que se envolve demais com ficção) é poder passar algum tempo com seus personagens favoritos. Quando leio um livro que gosto muito, ou simplesmente conheço um personagem interessante, imagino que queria que ele fosse meu amigo ou que estudasse na minha escola pra gente bater um papo qualquer dia dessas. O paraíso, logicamente, seria organizar um jantar só com personagens queridinhos da literatura, e essa é a proposta da TAG Jantar Literário, que surgiu com a galera do Youtube e deu à Rafinha a ideia de fazermos os nossos também.

E aí, quem quer um convite pro meu jantar?

(A voz rouca de gripe e os olhos inchados de sono são cortesia da casa)


Quem quiser participar da brincadeira pode ficar à vontade, em vídeo ou em texto. Indico especificamente a Milena e a Mayra =)

sexta-feira, 18 de janeiro de 2013

Bookshelf tour 2013

Há pouco menos de dois anos, fiz um vídeo mostrando pra vocês meu grande xodó material: minha estante de livros. Modesta, claro, longe de ser a biblioteca de A Bela e a Fera, mas nem por isso menos amada. Depois desse tempo e, pra variar, motivada pela Tary, fiz um outro vídeo mostrando uma versão atualizada dela, com uma organização diferente e os novos librinhos que tem me feito mais feliz e mais pobre, quase na mesma medida.

As ressalvas são aquelas de sempre: tive que filmar com o celular, por isso a qualidade tosquinha, assim como o enquadramento completamente errado. Fiz o meu melhor para conseguir ser concisa, e lá pelo sexto take eu percebi que era impossível falar de tudo em menos de 20 minutos. Tenham paciência. A parte já conhecida da estante ficou na segunda parte do vídeo, como um mero apêndice. Se quiserem vê-la completa é só conferir o primeiro tour que fiz, é praticamente a mesma coisa. Por fim, não, eu não tenho a coleção do Harry Potter. Tenho apenas dois livros, porque o resto li emprestado, e não consigo comprar porque sempre penso que podem lançar uma nova edição muito mais bonita e eu vou morrer de arrependimento pelo resto da vida. 

O convite para este meme se estende pra quem interessar, e eu realmente ficaria feliz em conhecer a estante de todo mundo. Se quiserem trocar ideias sobre os livros que mostrei, comentem aqui ou no Youtube que vou me esforçar pra responder. =)



sábado, 29 de dezembro de 2012

As melhores leituras de 2012

Como já é de hábito por aqui, finalmente é chegada a hora de compartilhar com vocês o que eu li em 2012. Vi que muita gente aderiu ao questionário inventado pela Taryne e adaptado por mim na hora de pôr em pratos limpos as páginas viradas nesse ano - o que é lindo. Porém, trairei o movimento e usarei um formato um pouco diferente para falar de livros esse ano: vídeo! 2012 foi oficialmente o ano do Youtube na minha vida - que matou não apenas a televisão, mas todo o meu interesse por qualquer outra coisa que não pessoas falando sobre livros, produzindo coisas awesome, adaptando meus livros favoritos, etc. Assim sendo, essa é mais uma tentativa de me aproximar desse nicho, embora eu reconheça que sou um Ryan Atwood diante das câmeras no que diz respeito a total ignorância de como lidar com a exposição, embora, por outro lado, eu seja totalmente Seth Cohen: não consigo parar de falar. Me perdoem pelos 22 minutos, eu fiz o meu melhor e esse vídeo é apenas a quarta tentativa de ser concisa. Podia ser bem pior.


Livros lidos em 2012 - e breves comentários sobre eles:

Lolita - Vladimir Nabokov 
Qualitativamente falando, o melhor livro do ano. 
- O homem que confundiu sua mulher com um chapéu - Oliver Sacks 
- Liberdade - Jonathan Franzen
- O que é ser jornalista? - Ricardo Noblat
- Para seguir minha jornada - Regina Zappa
- Northanger Abbey - Jane Austen
Abandonei, por motivos que já expliquei aqui.
- A mulher de Pilatos - Antoinette May
O pior, e talvez único genuinamente ruim, do ano.
- On the road - Jack Kerouac (versão original)
O mais chato, com certeza, mas vale pelos fluxos de consciência bem mais interessantes no original.
- Jornalismo diário - Ana Estela Sousa Pinto
- Anna Karenina - Liev Tolstoi
Liévin, um dos protagonistas da história, só não ganha o troféu de macho do ano porque temos Augustus Waters na concorrência, mas ele quase chegou lá.
- Jogos Vorazes - Suzanne Collins
- Em chamas - Suzanne Collins
- A Esperança - Suzanne Collins
Katniss Everdeen, definitivamente a personagem mais chata do ano e, a quem interessar possa, minha parte favorita da trilogia é a final. Ainda que não tenha sido um favorito, foi responsável por me fazer virar a noite lendo, principalmente no último volume. Eu precisava saber o que ia acontecer, mesmo. 
- Comer rezar amar - Elizabeth Gilbert
- The fault in our stars - John Green
Emocionalmente falando, meu favorito do ano, vencedor dos troféus de "casal mais apaixonante", "chorei de soluçar" e "grifei loucamente". O pingente de nuvem que não sai do meu pescoço e ainda me faz chorar não me deixa mentir. Obrigada, John Green! 
- Reparação - Ian McEwan
Uma releitura que não poderia ter vindo em melhor hora. Nunca deixem de reler seus livros favoritos, I mean it.
- Precisamos falar sobre Kevin - Lionel Shriver
Para Kevin Khatchadourian, o prêmio de personagem mais perturbador do ano.
- Antes de dormir - S. J. Watson
- O livro amarelo do terminal - Vanessa Bárbara
- Como ficar sozinho - Jonathan Franzen
Soco no estômago mais bem acertado e brilhante do ano. Frazen, eu te amo. 
- Anna e o beijo francês - Stephanie Perkins
- Aos meus amigos - Maria Adelaide Amaral
Se não fosse o Franzen no meio do caminho chutando traseiros, levaria o troféu de soco no estômago. Altas noites rolando na cama pensando em todas as pessoas infelizes do mundo - e morrendo de medo de me tornar uma delas.
- High fidelity - Nick Hornby
Outra releitura que adorei.
- A sangue frio - Truman Capote
- As vantagens de ser invisível - Stephen Chbosky (nem comecei ainda, mas sei que termino até o fim do ano)

segunda-feira, 2 de julho de 2012

Então eu fiz um vídeo sobre Anna Karenina

Depois de pouco mais de um mês de leitura, terminei Anna Karenina, do Tolstói, essa semana. Desde a metade do livro que vejo pensando na melhor forma de falar sobre ele por aqui, chegando até a rascunhar uma ou outra resenha, mas sempre desistindo no meio do caminho. Gostei tanto do livro e ele me fez pensar e sentir tantas coisas que todo texto que faço a respeito me deixam com a sensação de que não escrevi o suficiente e, por outro lado, quando escrevo aquilo tudo que queria dizer, o relato toma uma proporção bíblica que sei que vocês não teriam essa paciência para ler. Somando isso à minha nova descoberta (tardia, eu sei) dos canais literários no Youtube, achei que a melhor forma de falar para vocês sobre esse livro encantador seria por meio de um vídeo. Já gravei aqui pro blog vídeos mostrando minha estante de livros e DVDs, mas nada disso chega perto do que é a tensão de fazer uma resenha em vídeo. Peço encarecidamente que ignorem meus tiques de nervosismo e timidez, abstraiam a mania horrível que tenho de ficar balançando diante da câmera e finjam que não viram que de repente o vídeo fica escuro do nada.

De resto, espero que gostem.



PS 1.: O áudio ficou baixo porque além de eu ter gravado no celular, tive que ligar o som para abafar um pouco da barulheira que estava vindo da janela, já que escolhi para gravar um vídeo justamente num dia em que estava tendo festa no salão de festas do prédio. Moro no segundo andar e meu quarto fica exatamente no rumo do salão. Ou seja: volume máximo!

PS2.: Esse é o 400º post do blog! Ê!

quinta-feira, 28 de junho de 2012

Como produzir um programa de tv quando não se tem a menor ideia de como fazer isso


Meu primeiro fim de semestre acadêmico pode ser descrito como intenso e inesquecível. Nessas duas últimas semanas, vivi uma montanha russa de emoções fortes, oscilando entre níveis épicos de desespero e uma euforia tão enorme e sincera que Renato Russo diria que parece cocaína, mas é só um trabalho dando ora muito certo, ora muito errado. Esses picos discrepantes de emoção se devem também ao fato de que tudo que fiz nessas semanas não poderia se encaixar num meio termo: ou foi terrível ou foi fantástico.

Na manhã de terça eu falava com meu pai no celular enquanto corria, literalmente, no campus da universidade para chegar a tempo pra uma entrevista. Quando ele me perguntou a razão de toda aquela ofegância, contei do meu atraso e de seus motivos: havia ficado até o último minuto revisando um trabalho que quase foi para as mãos da professora todo errado e sem edição, justo o trabalho que havia me atormentado por quase um mês e assombrado meus sonhos desde que comecei a fazê-lo. Juntou esse estresse, a perspectiva do atraso, a total ignorância do que conseguiria fazer naquele dia e o cansaço acumulado e eu quis sentar ali no meio da rua, chorar e pedir encarecidamente que me tirassem dali. Mais tarde, naquele mesmo dia, eu estava aos pulos e gritos num laboratório da escola, abraçando as pessoas e a ponto de rolar no chão de alegria. Estabilidade emocional, não trabalhamos.

Acontece que, em meio a todos os trabalhos cansativos e complicados, tive que produzir um programa de TV. Tenho uma disciplina chamada Educação e Comunicação que estuda a junção das duas áreas, e o trabalho final consistia em apresentarmos um meio alternativo que pudesse ser incorporado pela prática educativa, e meu grupo ficou com a televisão. O professor, criativo e sem noção, disse que queria um programa de TV todo metalinguístico sobre programas de TV. Aquele pequeno detalhe de que estamos no primeiro período e o telejornalismo aparece só no quinto ele não se lembrou. A expectativa da greve  que nunca veio também fez com que não nos lembrássemos de que tudo que envolve filmagem e edição dá uma mão de obra louca, e nos vimos com um enorme trabalho e um prazo apertado.


No total, fizemos tudo em quatro dias, sendo um fim de semana para estruturar o roteiro e estudar o embasamento teórico, segunda e terça filmando e editando. Até agora não consigo acreditar que conseguimos, tendo em vista de que na terça de manhã cheguei na faculdade sem saber o que aquilo ia virar e saí com o programa pronto no meu pen-drive. Foi um milagre, literalmente. Na madrugada de segunda tudo estava dando absurdamente errado e eu e meu grupo pirávamos e nos descabelávamos em busca de soluções, até que me joguei no chão do quarto, de cansaço e desespero, e pedi misericórdia. Gente, quem nunca experimentou isso não sabe o que é a sensação de corda no pescoço. E sim, a partir do meu clamor alucinado as coisas começaram a fluir. A sincronia dos áudios e dos vídeos ficou quase perfeita. O que antes era um monte de vídeos e ideias se tornou o Repórter UFU.


Sobre essa experiência, o que tenho a declarar é que mexer com audiovisual cansa muito. Eu, que nem apareço no vídeo nem nada, cheguei em casa todos os dias com uma sensação de que havia sido espancada. Foi muito sobe e desce nas ruas e na universidade carregando equipamento, papelada, blusa de frio, notebook, etc. Foram muitos takes até que se conseguisse um "boa tarde" decente. Foram muitos planos A dando errado e também muitos planos B surgindo do nada e se provando melhores que a proposta original. O mais legal é que fazia tempo que não fazia um trabalho de grupo que realmente tivesse cara de grupo. Costumo odiar e sofrer horrores com essas organizações, e sempre acabo com a sensação de que só eu e poucas pessoas se importam realmente com aquilo, mas dessa vez senti que estávamos todos segurando a barra uns dos outros, cada um fazendo sua parte para sair um resultado legal e também para que o processo de produção não fosse um martírio, e sim uma grande e ambiciosa brincadeira. A gente não teria dado conta também sem a ajuda da Chris Pitanga e do Fabiano Goulart, ela nossa professora e ele jornalista da Tv Universitária, ambos sem obrigação alguma de nos ajudar, mas que gastaram tempo e paciência com calourinhos que não sabiam operar a câmera e posicionar os braços diante dela.


Aos olhos de quem conhece técnicas e tem experiência na área, nosso programa tem cara de amador mesmo, mas não consigo não me orgulhar dele. Acho que foi uma conquista bacana, tanto por termos feito quase num piscar de olhos - o maior e mais tumultuado da minha vida, mas ainda um piscar de olhos -, sem saber absolutamente nada e com recursos limitados. Já assisti o produto final tantas vezes que até decorei as falas, e estou sentindo um orgulho enorme da gente.





Não, eu não apareço justamente por causa daquele atraso supracitado, mas quero ver quem encontra minha voz de pônei em meio às narrações em off. =)

domingo, 22 de maio de 2011

DVDshelf tour

Sábado, onze e meia da noite. Enquanto muita gente curtia as farras da night, eu estava gravando vídeo pro blog. Depois de muito me divertir gravando o Bookshelf Tour, eu e minha voz estamos de volta, novamente a convite da Tary, dessa vez para mostrar pra vocês minha estante de dvds. Como vocês devem ter reparado, esse vídeo ficou ligeiramente maior que o primeiro, rs. Peço um milhão de desculpas, mas acho que me empolguei e acabei passando um pouquinho da conta... espero que vocês tenham paciência de assistir, relevem meu nariz entupido e curtam o vídeo. E ah, quem quiser fazer seu vídeo, seja de livros ou de dvds, sinta-se absolutamente convidado, só não vale esquecer de comentar aqui com o link pra que eu possa ver, ok?


sexta-feira, 8 de abril de 2011

Bookshelf tour

Tenho consciência de que tenho postado muitos memes, e àqueles que não curtem só peço desculpas e digo que é o que ando tendo nos últimos dias - ou alguém aí tá interessado na minha rotina de estudos e infecções de garganta? Triste, ingrata e dura vida de vestibulanda, não vou usar esse blog como canal de reclamações. Pelo contrário. Se semana passada investi meu tempo pensando nos filmes da minha vida, essa semana a tarefa é tão divertida quanto e até inovadora. Tary-querida, do Doces Rodopios, teve a ideia de fazer um vídeo mostrando sua estante de livros e a Analu sugeriu que virasse meme. Ela nem tinha me indicado, mas aí eu pedi autorização pra me auto-convidar e depois a Analu me convidou oficialmente pra coisa ficar menos arroz de festa. O resultado é esse aí embaixo.

(Antes, um parêntese: eu sou fanha, tenho voz de criança e sotaque do interior, portanto não quero ninguém zoando minha voz porque já tenho complexos com isso. No começo o vídeo está bem clarinho e feliz, mas depois fica escuro, me desculpem. Como já disse, vida ingrata de estudante, gravei o vídeo em dois dias diferentes e a segunda parte teve que ser feita à noite. Esse é o motivo pelo qual eu uso dois esmaltes diferentes. Ficou faltando a parte dos meus livros infantis que ficam num quartinho escuro, e filmar lá é bem ruim. Ah, a qualidade não é supimpa porque minha câmera é simplória, e aos enquadramentos ruins, desculpem, I ain't no Sofia Coppola. Por fim, sei que ficou grande e espero que vocês tenham paciência. Obrigada dona Amandoca que me deu a dica do Vimeo, que aceita vídeos maiores que o Youtube.)



Como bastante gente já foi indicada e eu fico sem saber quem mais que toparia fazer o vídeo, vou deixar esse meme livre. Isso não significa que é pra ser ignorado, quem achar legal é pra fazer e ainda me avisar porque estou amando ver as estantes de todo mundo!