segunda-feira, 2 de março de 2015

Pequeno inventário de sorrisos

Quando num teste Buzzfeed perguntam o que mais me atrai fisicamente no sexo oposto ou então qual a primeira coisa que eu reparo em alguém, antes de ler as alternativas eu já sei minha resposta, que é sempre a mesma: o sorriso. Não são os olhos, o cabelo, os braços ou a bunda, mas o sorriso, sempre. Eu gosto de sorrisos. Tenho uma crença meio besta de que só as boas pessoas de bom coração tem sorrisos bonitos de verdade, desses rasgados e sinceros que nascem nos olhos pra só depois virarem dentes e gengivas. Os caras que eu gosto sempre têm sorrisos bonitos, e um sorriso bonito, sozinho, já me faz gostar mais de alguém. 

Com o tempo, fui colecionando mentalmente os meus sorrisos favoritos, uma lista informal da qual sempre me lembrava quando me via diante de um novo exemplar da espécie. Fangirl como sou, obviamente reservei um bom espaço nessa lista para meus sorrisos ilustres favoritos, e um dia comentei isso no Twitter, falando que poderia virar um post. Eu tenho tantas ideias aleatórias que poderiam virar post que preciso dizer que essa só virou porque foi comprada imediatamente pela Tati, única Tigre possível dessa internet, que primeiro disse que queria ver minha lista, e depois fez a sua própria - e eu já adianto que temos alguns sorrisos preferidos em comum.

Sendo assim, fica aqui minha lista dos meus Sorrisos Ilustres Favoritos, e caso você seja inclinado/a a esse tipo peculiar de coleção, por favor, faça sua lista também, vamos transformar essa internet num mar de gifs de sorrisos bonitos pra gente ficar sorrindinho pelo resto do dia. 

     1. Andrew McCarthy 


Meu sorriso favorito é o exemplo mais emblemático do poder do meu amor por sorrisos. Veja bem, eu me apaixonei pelo Andrew McCarthy única e exclusivamente por conta do seu sorriso. Em Pretty In Pink, primeiro filme que vi com ele, o personagem é um mauricinho banana absolutamente desinteressante, e mesmo assim eu dei pulinhos internamente quando a Andy fica com ele no final - inclusive já discuti meu dilema moral com esse filme em outra ocasião. Não importa quem ele seja ou o personagem que ele esteja interpretando, seu sorriso de menino me faz acreditar em tudo que ele promete, faz com que uma música dos Beach Boys toque no meu coração e, se do meu convívio ele fizesse parte, eu seria capaz de correr atrás do meu próprio rabo imaginário só para vê-lo sorrir assim.

     2. Eddie Redmayne 


Eddie Redmayne nem é meu tipo de homem, mas seu sorriso é extraordinário. Ele é meu ideal de sorriso-que-surge-nos olhos, o famigerado smize, para quem é versado em America's Next Top Model. O olho do Eddie Redmayne brilha, salta pra fora, e o que ele conseguiu fazer com esse sorriso e com esse brilho no olho em A Teoria de Tudo, ao menos pra mim foi o que rendeu a ele um Oscar. No tapete vermelho ele irradiava essa energia boa, e seu momento MEU-DEUS-GANHEI-UM-OSCAR foi tão elétrico, sincero e doce que até os corações mais cínicos e gelados ficaram com vontade de dar um beijo nesse mocinho adorável. 

     3. Chuck Bass (Gossip Girl)


Gente. O Chuck. Eu e Blair Waldorf só sabemos sentir. Digo eu e ela porque ele tem um sorriso delicioso, mas reservado para poucas. Apesar de estar sempre com uma expressão debochada na cara, a maior parte dos sorrisos que Chuck revelou ao longo da série ou era de superioridade ou então de zombeteiro que ele é. No entanto, seu sorriso de verdade surge em raras ocasiões, e na maior parte das vezes é sempre para Blair. Ela é uma das poucas que conseguiu enxergar ele além da armadura e da pose mau, e é ela que sabe (e eu também) o cordeirinho que existe embaixo desse lobo interesseiro. Sempre que usam como argumento algum absurdo que ele cometeu contra ela (não são poucos) eu tenho vontade de responder: Mas você já viu o sorriso que ela sempre arranca dele? Já viu aqueles dentinhos separados? É esse o homem que ela (e eu também) ama!

     4. Mateus Solano


Namore com um cara que sorri pra você do jeito que o Mateus Solano sorri pra Paulinha Braun ou qualquer pessoa que seja seu par romântico em alguma novela. Queria ter achado um gif que dê conta do poder do sorriso dele, mas é uma coisa rasgada, enorme, sincera. Mateus Solano sorri e automaticamente você se sente a pessoa mais interessante do mundo. É um sorriso de quem diz: "que linda, que incrível, estou entretido e você é demais, por favor, continue". Recentemente tive a chance de vê-lo no teatro e fiquei chateada que seu personagem não era do tipo que permitia seus sorrisos enormes, mas logo quando a peça terminou e ele foi agradecer, sorrindo largado, senti um abraço quentinho e gostoso, como se fosse a única pessoa presente na melhor plateia do mundo.

     5. Jake Lacy


Se Taylor Swift eu fosse, para Jake Lacy dedicaria meus versos "you got a smile that could light up this whole town", porque esse é o poder do seu sorriso: acender as luzes de uma cidade inteirinha. Que moço bonito, que sorriso maravilhoso. Quando ele sorriu pela primeira vez em Obvious Child eu soube que ou o filme terminaria com um final feliz (sorrisos lindos como o dele e o da Jenny Slate nasceram para ficar juntos e se fazer sorrir) ou eu ficaria para sempre frustrada porque não importa o roteiro, a gente não deixa um sorriso assim pra depois. Sério. Olhem esse gif. Observem esse homem. Não vejo a hora dele entrar em The Office para eu ter minha cabeça desgraçada por sentimentos. 

     6. Andrew Garfield


Vim ao mundo emocionalmente incapaz de lidar com coisas do naipe desse sorriso do Andrew Garfield. Porque ele surge na sua janela todo sujo e ensanguentado, depois de brigar na rua e se pendurar em teias, e aí ele sorri desse jeito e de repente tem quatro anos de novo e é como se ele nunca tivesse conhecido qualquer tipo de mal ou malícia na vida. Acho que meu fraco são sorrisos que deixam os olhos pequenos e enrugam o rosto todo. Olha só esse moço. Vejo esse gif e tenho vontade de engolir a cabeça dele, ou então pular sobre ele e fazer cócegas até cansar dessa risada. Imaginem o Andrew Garfield gargalhando de tanto sentir cócegas. Meu. Deus. 

     7. Harry Styles (One Direction)



Harry Styles é o único da lista que ganha dois gifs porque que. conceito. Ele nos envia tantas informações contraditórias que fica difícil processar sua existência. Ao mesmo tempo que ele é nosso James Dean with a daydream look in his eyes, ele é so tall and handsome as hell, e também so bad, but he does it so well. Ele tem suas tatuagens horrorosas e maravilhosas e esse sorriso de criança idiota na cara, sabe? É simplesmente muito pra mim, nunca sei se grito AÔ TREM QUE PULA, QUE HOMEM pra ele, ou penso: QUE MULHER. Só sei que quando ele sorri assim, seja ligando tarde da noite ou convidando pra andar de patins, só consigo pensar que: quero. 

sexta-feira, 27 de fevereiro de 2015

21 coisas que eu aprendi com 21 anos

Ontem foi meu aniversário de 21 anos. Eu não gosto muito de fazer aniversário, os dias antes dele são sempre cheios de ataques de ansiedade e angústias existenciais, e esse ano não foi diferente. Mas agora que já passou - e, honestamente, eu tive um dia bem legal - resolvi fazer essa lista reunindo pequenas sabedorias mais ou menos sérias que acumulei nessa pequena porém enfastiante (e maravilhosa) jornada na Terra, a maioria delas graças às pessoas incríveis que passaram por mim - espero que elas possam se ver um pouco nessa lista, e em mim também.


O post foi inspirado em textos da Stephanie, do Gregório, e nesse vídeo da Isabel. Os gifs são todos de Parks and Recreation, porque a série acabou essa semana e uma coisa que eu definitivamente não aprendi ainda foi a dizer adeus.

1 - A rir de mim mesma sempre que for possível, e rir com os outros o tempo inteiro - e dos outros também, mas só um pouquinho. 

2 - Fake it until you make it: o melhor jeito de enfrentar uma situação desconhecida é agir com uma arrogância segura de quem sabe o que está fazendo. Você pode até fazer errado, mas a maioria das pessoas não vai perceber e, no fundo, ninguém sabe realmente o que está fazendo. Aprendi isso com a Sylvia Plath e levei pra vida;


3 - Ser introvertida não é um defeito, então não tenho motivos para pedir desculpas por ser assim ou achar que devo mudar o jeito que eu sou. Tampouco é uma qualidade, o que significa que isso não me faz melhor do que ninguém. Ser introvertido ou extrovertido é só uma característica, como ser mais alta ou mais baixa - bom em algumas horas, ruim em outras. 

4 - Eu sou uma pessoa privilegiada. Eu tive oportunidades na vida que muitas pessoas não têm, e devo ser grata a elas e aproveitar o máximo que eu posso. Eu tenho dois braços, duas pernas, um coração e um cérebro que funcionam, tenho uma família que me apóia e que desde que eu nasci fez de tudo para que eu pudesse ter o maior número de escolhas possível. Eu tenho direitos que muita gente não tem. Não posso me esquecer dessas coisas porque quem ignora os próprios privilégios esquece que o mundo lá fora não é igual pra todo mundo, não é tão bacana, e que muita gente simplesmente não têm escolha. 

5 - Tudo bem errar. Tudo bem admitir que pisou na bola e pedir desculpas. Tudo bem reconhecer que não dá, não deu, não vai dar - e aí voltar três casas, ou dar meia volta e escolher outro caminho. Tudo bem mudar de ideia e de opinião, tudo bem jogar a toalha e concordar que, realmente, poxa, não é bem assim, você tá certo e eu não. Tudo bem bem admitir que não dá conta. Tudo bem perder. Mesmo no Scrabble e no Imagem Em Ação. Viu? (ainda estou aprendendo)


6 - As coisas acabam e isso não é sempre uma tragédia. Não é porque acabou que não foi bom, não é porque era bom que tinha que durar pra sempre. 

7 - O segredo pra lidar com os outros não é agir da forma como você iria querer que o outro agisse se fosse com você. O segredo para lidar com os outros é ter empatia e saber se colocar no lugar da outra pessoa e entender de verdade por que ela é assim ou assado. Sério, nem sempre aquilo que você escolhe é o melhor pra todo mundo. 

8 - Não existe um jeito único jeito certo de levar a vida porque ela não tem uma única narrativa possível. A gente precisa parar de usar a experiência dos outros para validar a nossa própria vida porque a nossa vida é só nossa e não existe outra no mundo igual a ela. Como todas, minha mãe sempre disse que eu não sou todo mundo, e não é que (óbvio) ela tava certa? O Renato Russo também: temos nosso próprio tempo.

9 - Só acreditar na força do (meu) trabalho pra conseguir o que eu quero. Quer dizer, só contar mesmo com a força do trabalho. Posso acreditar em Deus (eu acredito), em signos, na sorte e na terapia dos cristais, mas preciso fazer minha parte, pelo amor de Deus. A sorte é traiçoeira, mas o azar, esse é leal. 



11 - É melhor ser gentil do que estar certa e isso inclui ser gentil comigo mesma ainda que eu ache que não mereça.

12 - Não existe isso de mulher de verdade, mulher ideal, mulher perfeita. Não estamos numa luta entre nós contra as outras. Estamos todas juntas nessa barca furada e poucas coisas são tão bonitas quanto viver essa coisa linda que é ser mulher do lado de outras mulheres maravilhosas. 

          


13 - Quem quer vai atrás.

14 - Ninguém tem o direito de dizer o que que eu posso ou não fazer com o meu corpo, e eu não devo fazer com ele (ou deixar de fazer) coisas só para agradar alguém. Ninguém tem o direito de dizer que eu não posso usar alguma coisa que eu tenha vontade, muito menos de fazer com que eu me sinta mal por gostar (ou não) de alguma coisa.


15 - Eu não estou perdendo a minha vida se eu escolhi ficar em casa lendo porque é isso que eu gosto e é isso que eu quero. Eu não estou me perdendo na vida se escolhi sair da festa só depois de ser expulsa às sete da manhã.

16 - A coisa mais idiota que existe é acreditar em guilty pleasures ou que é preciso ter vergonha de gostar de algumas coisas. Gostar de pagode só te transforma em única e exclusivamente numa pessoa que gosta de pagode. Gostar de Balzac só te transforma em única e exclusivamente numa pessoa que gosta de Balzac. Da mesma forma, tudo bem admitir que não gostou ou não entendeu aquilo que já está pré-estabelecido. Eu também não faço a menor ideia do que o Bergman está falando.


17 - É muito bom ter com quem contar e é importante saber que existem pessoas ao seu redor que estão de fato dispostas a segurar a barra com você. Não é fraqueza admitir que precisa de ajuda, e um dos melhores sentimentos do mundo é se apoiar em alguém pra levantar.

18 - Não mentir pros meus pais, não tentar esconder as coisas deles, e sempre deixar que eles saibam onde eu estou de verdade. Quando eu estiver longe, ligar sempre que possível. Não perder a oportunidade de passar um tempo com meus avós.


19 - Poucas coisas são tão corajosas quanto agir com o coração. Eu tenho uma essência, todo mundo tem, e quanto mais fiel a gente for a ela, mais tranquilamente vamos deitar a cabeça no travesseiro todas as noites.

20 - As melhores coisas da vida não são coisas. Eu provavelmente não preciso daquele sapato, mas se depois de uma semana ainda estiver pensando nele, é melhor ir lá comprar. Gastar dinheiro com comida e passagens aéreas não é gastar dinheiro, é investimento. Me permitir sair pra comer num lugar bacana de vez em quando, seja pra comemorar alguma coisa ou só porque deu vontade. E não ficar pensando na conta depois. Pagar uma bebida ou um café pros amigos e aparecer na casa dos outros com um bolo, sem grandes motivos. Perguntar se minha mãe quer algo da rua. 


21 - Nunca ter vergonha de me importar demais com as coisas e me permitir empolgar, por mais idiota que seja. Não perder a oportunidade de cantar na rua, dançar pela casa, ou dormir de conchinha. 

terça-feira, 24 de fevereiro de 2015

Fim de semestre e diário da vida até agora

Meu único semestre normal na faculdade foi o primeiro. Começou em fevereiro e terminou em julho, ainda que no meio do caminho tenhamos parado de ter aula às segundas por conta da greve. Mas ainda era normal, com a diferença de que podíamos ir ao cinema depois da primeira aula de segunda. Por conta da greve, dos quase três meses sem aula, e das burocracias loucas e nada práticas da minha amada Universidade Federal de Uberlândia, a coisa saiu dos trilhos para nunca mais voltar.


Começou minha vida de aulas em dezembro, janeiro e julho, férias de três semanas e dos três períodos por ano. Uma rotina louca que mesmo três anos depois minha família não consegue assimilar, e sempre que eu entro de férias em setembro preciso explicar as circunstâncias, e sempre que um ano novo começa e eu continuo no mesmo período tenho que desenhar tudo de novo. 

Esses arremedos desleixados para recuperar o tempo perdido acabaram acelerando demais o processo da minha graduação - talvez aqueles três meses de férias que todas as pessoas normais têm sejam necessários para se assimilar direito o ritmo de uma faculdade - e aqui estou eu, a um mês de começar meu último ano de faculdade. Último ano de faculdade. Como isso aconteceu? Quem autorizou essa merda? Eu lembro nitidamente do primeiro período como se fosse ontem, às vezes eu ainda me perco pelo campus, e foi só há alguns meses que eu finalmente tive coragem de enfrentar o atendimento ao aluno para solicitar uma carteirinha (!). Eu não estou nem remotamente pronta, tenho menos ideia do que vou fazer com a minha vida agora do que quando entrei, e aí me dizem que é hora de sair.


Claro que existe uma monografia e um livro para serem escritos antes de eu sair, mas ainda assim. 

O negócio é que depois de um quinto período das trevas, nesse sexto eu voltei a me apaixonar pela faculdade. Depois de quatro meses evitando ao máximo a universidade, voltei a me sentir em casa estando lá. Voltei a sonhar e fazer planos, a criar projetos e a inventar coisas malucas sem saber direito se conseguiria fazê-las de fato. Nesse semestre, eu e meus amigos decidimos trabalhar com um funkeiro. O que era um projeto de assessoria de imprensa virou um midia-kit ambicioso que me tirou o sono, e de repente estávamos em pleno domingo numa boate vazia gravando um clipe  de funk ostentação sem dinheiro nenhum, taças de plástico e energético fazendo às vezes de uísque cenográfico. Eu olhava pr'aquele lugar cheio de gente, amigos que saíram de casa pra ajudar, câmeras, caixas de som e trocas de figurino e pensava nas decisões que tomei na vida que me levaram àquele momento.


Meio que sem querer, desde 2012, escolhi fazer coisas que me levassem para fora da minha zona de conforto e que me permitissem conhecer pessoas que não conheceria não fosse pelo meu trabalho. Caminhei com moradores de rua, fui passear no cemitério, em cozinhas de boteco, brinquei de ser rainha do funk e estou prestes a escrever um livro que tem tudo pra dar errado, mas eu acredito que vai dar certo.

A Revista Nós surgiu assim também, numa única tarde, num projeto editorial que foi impresso cinco minutos depois da hora limite de entrega, apresentado com a cara e com a coragem, e de repente aprovado e escolhido. Sem saber o que sugerir na aula de Jornalismo de Revista, eu e meus amigos, as pessoas loucas no mundo que eu encontrei para acreditarem nas mesmas loucuras que eu, reunimos tudo que amamos no jornalismo, tudo que sempre quisemos fazer, tudo como a gente sempre achou que tinha-que-ser. E aí nasceu.


Foi lindo ver todo mundo comprando a ideia e ralando junto para que ela acontecesse, e depois de um fechamento que me deu de presente uma inflamação no braço e um carnaval sem poder usar o computador, sem conseguir segurar o celular com a mão direita, e sobrevivendo à base de compressas de gelo e remédios, a Nós foi ao ar. Está lá, é nossa, e é de todo mundo que ler também - tive a chance de fazer uma matéria bem legal sobre mulheres cientistas, vem cá ver. Não podia passar por isso sem dividir com vocês também tudo que foi esse sexto período, o ante-penúltimo, o que me deu o gás que eu precisava para conseguir ir embora e sentir saudades.


Eu sei que cabem três vidas inteiras (e um livro) (e uma monografia) (e minha primeira e provavelmente única grande festa universitária) nesse ano que falta para minha faculdade acabar, mas se eu pudesse pedir qualquer coisa, pediria que novamente não fosse um ano normal, pra não perder o costume.

2015, dessa vez, por favor, pra variar, vá devagar.



* As fotos que ilustram o post são parte da nossa tradição de todo fim de semestre. O tema desse ano, como não podia deixar de ser, foi SWAG, e elas só ficaram tão boas assim porque o Felipe Flores manda muito bem;

* Nesse clima de fim de festa, fim de curso, etc, inspirada por esse post da Isa, pensei que fazer um post (ou um vídeo) com #diquinhas e algumas coisas sobre o curso de Jornalismo, como eu fiz na época que passei no vestibular, porque direto me mandam e-mails ou me fazem perguntas nos comentários. Então... o que vocês querem saber sobre isso?